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Editores: Sofia Miguens e Pedro Galvão «A razão, sendo fria e inerte, não constitui qualquer motivo para agir, e só dirige o impulso do apetite ou inclinação revelando-nos os meios de alcançar a felicidade ou de evitar a miséria; o gosto, como proporciona prazer ou dor, e assim constitui felicidade ou miséria, torna-se um motivo para agir e é a primeira fonte ou impulso do desejo e da volição. Partindo de circunstâncias e relações conhecidas ou supostas, a primeira conduz à descoberta do oculto ou desconhecido; depois de todas as circunstâncias e relações estarem diante de nós, o segundo, partindo do todo, faz-nos experimentar um novo sentimento de censura ou aprovação.» David Hume Para receber um aviso sempre que seja publicada uma nova edição da Trólei, torne-se membro do nosso grupo.
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N.º 4 — 2004 |
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Racionalidade, Desejo, Crença Motivação para a Acção do Ponto de Vista da Teoria da Mente
Editorial > Sofia Miguens
Artigos Razão Instrumental e Razões para Agir > Pedro Madeira Do Corpo e das Crenças à Acção: O Mundo Autista > Susana Caló Teoria da Decisão, Racionalidade e Ética: O Utilitarismo de Harsanyi > Pedro Galvão Experience as Reason: Emotions and Values in the Construction of Rationality > Dina Mendonça
Clássicos Juízos Éticos > Henry Sidgwick Do Sentimento Moral > David Hume
Recensão Recensão do Pedro Madeira > Pedro Madeira
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